Comissão do Senado aprova novo marco fiscal

Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza reunião com 15 itens. Na pauta votação em turno suplementar do PL 334/2023, que prorroga por quatro anos a desoneração na folha de pagamentos de vários setores da economia. À mesa: vice-presidente da CAE, senador Angelo Coronel (PSD-BA); presidente da CAE, senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO); líder do governo no Senado Federal, senador Jaques Wagner (PT-BA). Bancada: senador Rogerio Marinho (PL-RN); senadora Tereza Cristina (PP-MS); senadora Augusta Brito (PT-CE); senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR); senador Renan Calheiros (MDB-AL); senador Cid Gomes (PDT-CE); senador Weverton (PDT-MA); senador Otto Alencar (PSD-BA). Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, hoje, a proposta de nova regra fiscal, por 19 votos favoráveis e 6 contrários. Agora, o texto segue para o plenário do Senado. O presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que vai pautar a matéria ainda nesta quarta.

A proposta, que vai substituir o teto de gastos, estabelece um piso para crescimento das despesas públicas, que só poderão subir se também houver aumento da receita.

Como sofreu mudanças durante a tramitação no Senado, o texto deverá retornar à Câmara, para uma segunda rodada de votação. A expectativa é que a nova análise ocorra na primeira semana de julho. O relator no Senado, Omar Aziz (PSD-AM), excluiu dos limites da norma o Fundo Constitucional do DF, o Fundeb e gastos com ciência e tecnologia de forma geral.

Durante a sessão na CAE, foram rejeitadas duas emendas com possíveis mudanças ao texto. A primeira estabelecia gatilhos de contenção de despesas que seriam disparados com base na relação entre o Produto Interno Bruto (PIB) e a Dívida Pública. A segunda excluía os gastos com o piso da enfermagem do rol de despesas submetidas ao arcabouço.

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